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mês

dezembro 2016

Oscar 2017: Melhor Roteiro – Apostas C2M

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Caio César

#C2M está batendo ponto também no último dia do ano com o tradicional preview das indicações para o Oscar 2017. Neste post, vamos discutir as prováveis indicações para duas das categorias mais importantes para os filmes que desejam se credenciar à disputa de melhor filme do ano. Por isso são tão polarizadas: Melhor roteiro original e adaptado.

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Minha Mãe é uma Peça 2 (César Rodrigues, 2016)

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NOTA: 7 / Caio César

Entender o fenômeno por trás de Minha Mãe é uma Peça não é tão difícil. Trata-se de uma personagem extremamente popular e de fácil identificação com o público – de um lado as mamães que se veem em cada frame na tela e por outro os filhotes que adoram apontar as falas que suas progenitoras repetem na vida real. Entretanto, apostar só neste fator não foi suficiente para que o primeiro filme fosse cinematograficamente bem sucedido – embora seja um sucesso de público.

E, se há um claro esforço em dar uma gourmetizada visual nesta sequência, embora seja muito melhor resolvida, esta ainda empaca no ritmo e no roteiro.

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Invasão Zumbi (Sang-Ho Yeon, 2016)

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NOTA: 8 / Renato Furtado

Seok Woo, Sang Hwa e Young Gook amarram fitas isolantes em seus braços, se armam com bastões, tacos de beisebol e quaisquer outros itens que veem jogados pelos bancos do trem e partem. Entre eles e o seu objetivo, três vagões depois, uma horda de zumbis ágeis, fortes e violentos, prestes a dilacerar um grupo de outros passageiros – entre eles a filha de Seok Woo e a esposa de Sang Hwa -, que estão presos em um dos banheiros do comboio. Começa assim uma das sequências mais tensas de “Invasão Zumbi” – e do cinema – em 2016.

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O Cinema Brasileiro e o Caminho do Meio

Renato Furtado*

Durante o Festival do Rio, tive a oportunidade e a honra de fazer parte do grupo de jovens críticos do Talent Press Rio, primeira edição do programa de treinamento de críticos de cinema do Festival de Berlim aqui no Rio. O ensaio a seguir, que lanço aqui às véspera de 2017, é o meu produto final para o programa e reflete um caminho possível para o futuro do nosso cinema:

O cinema sempre se viu no cruzamento entre a arte e a indústria. Um filme pode ser tanto um objeto artístico quanto um produto comercializável, e, como todo produto, precisa de um público consumidor.

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Top 10 C2M – Melhores Filmes do Ano

Renato Furtado

Como de praxe em todo final de ano, as publicações de cinema reúnem seus editores, redatores, colaboradores e afins para concretizar a missão máxima dos últimos dias de dezembro: organizar a lista de melhores filmes do ano!

E por mais que não pareça, 2016 foi um ano melhor que 2015. É claro que não temos filmes como Mad Max ou Divertida Mente, mas o ponto é justamente esse: a grande diferença é que no ano em que tudo deu errado no mundo, em diversas instâncias da vida, de crises políticas à eleição do Donald Trump, o cinema subiu de nível com produções muito diversificadas entre si que não são nada unânimes.

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Capitão Fantástico (Matt Ross, 2016)

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NOTA: 7,5 / Renato Furtado*

A solene quietude da igreja enlutada é abalada apenas pelas palavras do padre, que pairam, pesadas, sobre o mar de roupas pretas que enchem a nave principal. Mas, para Ben e seus filhos, um funeral é um dia de cores e sua entrada exuberante choca a todos os presentes. O efeito que Capitão Fantástico produz  é tão chocante quanto.

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Oscar 2017: Melhor Filme Estrangeiro – Apostas C2M

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Renato Furtado

Assim como a corrida pelo prêmio de Melhor Animação, a categoria de Melhor Filme Estrangeiro (ou seja, que não é falado em inglês) também se encaminha para uma disputa com um franco favorito – especialmente após as exclusões de outros grandes competidores como “Elle” da França, “Julieta” da Espanha e “Neruda” do Chile, filmes que foram exibidos em Cannes em maio deste ano. Por isso, sem mais delongas, vamos às nossas apostas!

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Sully – O Herói do Rio Hudson (Clint Eastwood, 2016)

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NOTA: 8 / Nathalia Barbosa

O que poderia surpreender, trazendo algo novo, sobre o avião que fazia o voo 1549 e que marcou os noticiários de todo o mundo ao realizar um pouso de emergência sobre as águas do Rio Hudson, no dia 15 de janeiro de 2009?

Dessa vez, o diretor Clint Eastwood, figura marcada no enaltecimento de fatos e acontecimentos estadunidenses, não é tão patriota como em seu último trabalho – praticamente um fiasco pela montagem e distorção de fatos – Sniper Americano.

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Rogue One: Uma História Star Wars (Gareth Edwards, 2016)

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NOTA: 8,5 / Caio César

Certas experiências na vida de uma pessoa são tão especiais que qualquer tipo de ação que tente emular o ocorrido desperta o medo de que isso, além de não igualar a emoção da lembrança, acabe de alguma forma prejudicando a memoria preservada. Por isso, os questionamentos sobre as novas produções no universo Star Wars após sua aquisição pela Disney. Na impossibilidade de se fazer filmes tão bons quantos os clássicos, valia a pena retornar àquele universo sem que isso acrescentasse algo de novo?

Após o êxito de O Despertar da ForçaRogue One retorna à história da trilogia clássica e resulta em um filme poderoso, ainda que com algumas falhas.

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