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Cinema2Manos

Papo reto sobre a Sétima Arte

mês

janeiro 2017

EXCLUSIVO: Produtora de TOC revela não ter medo de lançar o filme depois do furacão Paulo Gustavo

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Caio César

Cinema2Manos participou, na última quarta-feira (25/01), da coletiva de lançamento do filme TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva, primeiro longa protagonizado pela atriz e comediante Tatá Werneck. Participaram do bate-papo com jornalistas de importantes veículos, além da estrela, os atores Luís Lobianco e Daniel Furlan, a produtora Bianca Villar e os roteiristas e diretores Paulinho Cursino e Teo Poppovick.

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C2M no Oscar: Indicados 2017

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Renato Furtado

Enfim saíram os indicados à premiação mais badalada do mundo cinematográfico. O Oscar, da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, foi tema dos últimos meses aqui no Cinema2Manos, onde fizemos previsões OUSADAS (nem tanto, calma) sobre os possíveis indicados. Agora, é a hora de analisarmos o que acertamos e erramos.

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Oscar 2017: Melhor Filme – Apostas C2M

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Caio César e Renato Furtado

Chegamos ao final da nossa temporada de previsões conforme o grande anúncio do último prêmio da época de premiações se aproxima. Na próxima terça-feira, dia 24, o mundo conhecerá os indicados ao Oscar – essa festa completamente louca e parcial que todos nós, apesar de tudo, amamos assistir e acompanhar. Hoje, agora prestes a fecharmos as contas, é o momento de analisarmos os possíveis indicados à categoria de Melhor Filme!

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Eu Fico Loko (Bruno Garotti, 2017)

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NOTA: 6,5 / Caio César 

É particularmente legal quando você é surpreendido positivamente por um filme. Mais ainda quando se trata de um coming out of age (romances sobre a adolescência), um dos meus tipos favoritos de filme. Redondinho e inofensivo, Eu Fico Loko escapa do desastre total que alguns previam – embora tenha falhas importantes de concepção.

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Manchester à Beira-Mar (Kenneth Lonergan, 2017)

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NOTA: 9 / Renato Furtado

O mar ondeia leve, carregando o barco confiante para longe da terra. Ouvem-se risos, sorrisos. Terrivelmente, e não mais do que de repente, a neve que cobre as calçadas e que pesa sobre seus ombros, invade a tela enquanto Lee, preso em memórias das quais não consegue escapar, tenta se livrar da nevasca. “Manchester à Beira-Mar” é exatamente como esse corte seco e violento que nos transporta do oceano em um dia ensolarado para uma manhã de um inverno impiedoso.

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La La Land: Cantando Estações (Damien Chazelle, 2017)

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NOTA: 9 / Renato Furtado

O sol se põe em Los Angeles. É uma noite quente e o céu, entre o rosa e o azul, abraça Sebastian (Ryan Gosling) e Mia (Emma Stone) com música e promessas de amor. O falido pianista de jazz arrisca girar em um poste de iluminação e cantar algumas notas, tentando atrair a bela aspirante a atriz. Ela, por sua vez, não cede no primeiro momento, mas, enfim, decide trocar os saltos pelo calçado de sapateado para ganhar a noite ao lado de seu par. “La La Land: Cantando Estações” é assim: pura magia cinematográfica.

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A Criada (Park Chan-Wook, 2017)

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NOTA: 9 / Felipe Ribeiro

Assumindo a importância do sexo no erótico drama sul-coreano “A Criada” (“Ah ga ssi”, no original), podemos pensar que o filme é uma grande troca de posições sexuais, ou seja, repleto de reviravoltas. Até certa parte, o filme caminha em narrativa clássica com lindas imagens, como se cada plano fosse um quadro pintado à mão, em que cada detalhe é importante.

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NETFLIX: Sing Street – Música e Sonho (John Carney, 2016)

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NOTA: 8 / Renato Furtado

Com a banda montada, os acordes soando e o microfone em sua mão, o jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo) vê o ginásio da escola ser tomado por luzes, bandeiras, sorrisos e, enfim, pela concretização de seus desejos: estão lá a moça que ama, os pais, juntos novamente, e o seu irmão mais velho, seu melhor amigo e confidente. Mas, como ele bem sabe, a realidade, às vezes, derrota o sonho. Entre melancolia, humor, amor e música, descobrimos o caminho de Conor em “Sing Street – Música e Sonho”.

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Oscar 2017: Melhor Diretor – Apostas C2M

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Renato Furtado

O anúncio está cada vez mais próximo e hoje é a vez de olhar para a categoria dos diretores. E, apesar de contar com um favorito disparado, a disputa inclui uma seleção imensa que vai de diretores que ainda estão se estabelecendo a veteranos e grandes mestres do cinema. Pode ser que o vencedor já está escrito, mas a corrida abaixo é de uma elegância que só. Confira:

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