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EXCLUSIVO: Produtora de TOC revela não ter medo de lançar o filme depois do furacão Paulo Gustavo

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Caio César

Cinema2Manos participou, na última quarta-feira (25/01), da coletiva de lançamento do filme TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva, primeiro longa protagonizado pela atriz e comediante Tatá Werneck. Participaram do bate-papo com jornalistas de importantes veículos, além da estrela, os atores Luís Lobianco e Daniel Furlan, a produtora Bianca Villar e os roteiristas e diretores Paulinho Cursino e Teo Poppovick.

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C2M no Oscar: Indicados 2017

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Renato Furtado

Enfim saíram os indicados à premiação mais badalada do mundo cinematográfico. O Oscar, da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, foi tema dos últimos meses aqui no Cinema2Manos, onde fizemos previsões OUSADAS (nem tanto, calma) sobre os possíveis indicados. Agora, é a hora de analisarmos o que acertamos e erramos.

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Um ano dos Manos!

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Há exatamente um ano atrás, o Cinema2Manos entrava no ar. Durante estes 365 dias, foram mais de 230 posts sobre cinema, com análises das maiores estreias da semana nos cinemas do Brasil e do mundo. Tudo isso com muito bom humor, com uma dose de anarquia e com a broderagem de sempre. Nós demos espaço para amigos escreverem sobre filmes aqui e agradecemos por seu apoio e dedicação.

Também vimos nossa equipe crescer quando demos boas vindas à primeira mana da turma: Nathalia Barbosa, que, nos últimos meses, escreveu as críticas de filmes prestigiadíssimos como Aquarius. Esperanza Mariano continua com a gente também, a freela mais gringa que poderíamos ter.

O caminho que ainda vamos percorrer nos traz muitas novidades. Estamos preparando mudanças em nosso layout e toda nossa identidade visual. Novos conteúdos também virão. Hoje, no nosso aniversário, comemore conosco em uma nova mídia: no Instagram, no @cinema2manos.

Nos vemos durante esse novo ano 🙂

Acesse já: https://www.instagram.com/cinema2manos/

 

 

Na guerra das bilheterias, Capitão América já é vencedor

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Por Caio César

Para aqueles que não acompanham os números das bilheterias do mercado do cinema, alguns índices podem assustar. Leve por consideração que um filme como Batman Vs Superman, que arrecadou 864 milhões de dólares ao redor do mundo, foi considerado como uma decepção financeira pelos executivos da Warner. Ainda assim, os analistas aguardam com grande antecipação a estreia de Capitão América – Guerra Civil, terceira parte da saga do heroi – e uma especie de Vingadores 2.5 – já que reúne grande parte do elenco do Universo Cinematográfico da Marvel.

Em uma ação já comum à filmes da Marvel (o motivo não é revelado, mas tende à ter relação com o calendário de feriados nacionais dos EUA), o filme está sendo lançado em solo americano com uma semana de atraso aos grandes mercados internacionais, incluindo Brasil.  Em terras verde e amarelas, o filme simplesmente alcançou o título de maior abertura da história, com 2,726 milhões de espectadores (R$44 milhões de renda).

A expectativa é que neste fim de semana, o filme se torne a quarta produção a arrecadar mais de 200 milhões de dólares neste período nos Estados Unidos. O boca a boca está absurdamente positivo e o clima quente na maior parte do país também deve ajudar.

Para saber mais sobre bilheterias, notícias e repercussões de Guerra Civil, continue acessando o Cinema2Manos. 

Os vencedores do SAG Awards 2016!

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Renato Furtado

Na grande temporada de premiações, resta apenas uma cerimônia. O Globo de Ouro (cada vez mais irrevelante) e os Prêmios do Sindicato dos Atores (SAG) já foram e agora só falta mesmo o Oscar, no dia 28 de fevereiro. Ontem, dia 30 de janeiro, quando a cerimônia do SAG foi encerrada, ficou evidente que o assunto que toma o meio cinematográfico no momento ficou ainda mais quente e ainda mais urgente.

Contudo, antes de mais nada, vamos falar um pouco sobre alguns dos ganhadores – dessa vez, focaremos mais no cinema. Das quatro categorias de atuação cinematográficas – melhor ator, melhor atriz, melhor ator coadjuvante e melhor atriz coadjuvante -, tivemos apenas uma vitória realmente surpreendente e que embolou ainda mais o jogo. Alicia Vikander venceu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho em A Garota Dinamarquesa e complicou a situação: anteriormente, Rooney Mara e Kate Winslet eram, praticamente, as únicas favoritas ao prêmio; agora, adicione o enorme talento de Vikander e está criada uma situação quase impossível de ser prevista. Na opinião do C2M, o Oscar ainda fica com Mara, mas é certo que sua vitória ficou muito mais difícil agora.

Para as categorias de melhor ator e melhor atriz tudo correu como o esperado. Brie Larson venceu por seu papel em O Quarto de Jack e Leonardo DiCaprio venceu por seu papel em O Regresso, ambos merecidamente. Conforme os dois vão dominando todas as premiações pelas quais passam, o Oscar fica mais próximo e cada vez mais difícil de não ser entregue a eles. Larson é simplesmente brilhante e está destinada a ser uma das maiores atrizes do mundo em poucos anos; quanto a DiCaprio, apresentações e elogios são quase dispensáveis, uma vez que sua maestria e genialidade são de conhecimento público.

Na categoria de melhor elenco em filme (a de série de comédia ficou com Orange is The New Black e a de drama com o cast de Downton Abbey), Spotlight venceu com sobras. O filme continua certamente como um forte candidato ao Oscar de Melhor Filme, ainda que não seja o melhor filme de ano. Uma vitória de A Grande Aposta na noite passada teria embolado mais o páreo – especialmente porque A Grande Aposta é um filme bastante superior a Spotlight, longa cuja estrutura um tanto quanto capenga, funciona apenas por causa de seu maravilhoso elenco. Prêmio merecido.

Falta falar de uma categoria cinematográfica, uma que não surpreendeu – pelo menos, não surpreendeu nossa equipe. Dentre os filmes e pessoas não indicados ao Oscar, a falta mais gritante é, sem sombra de dúvidas, a de Idris Elba na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. Ainda que Mark Rylance, Mark Ruffalo, Sylvester Stallone, Christian Bale e Tom Hardy – principalmente estes dois últimos – estejam perfeitos em seus filmes, o fato é que Elba jogou em um nível diferente no ano de 2015, fez cinema de uma maneira que só os gênios podem fazer. E, ainda assim, não foi indicado ao Oscar, esnobado pela Academia, que lhe roubou uma estatueta quase garantida. Sua vitória no SAG (esmagadora ao ser complementada pela seu triunfo na categoria Melhor Ator de Telefilme/Minissérie por Luther, uma das melhores séries dos últimos anos), não é só uma vitória sua; é uma vitória da diversidade e um verdadeiro soco na cara da Academia.

A pancada se tornou ainda mais forte quando Uzo Aduba, Viola Davis e Queen Latifah venceram os prêmios de suas categorias (melhor atriz em série de comédia, melhor atriz em série de drama e melhor atriz em telefilme/minissérie, respectivamente). Ainda que nenhuma delas tenha sido premiada por um desempenho em um filme – a Academia só premia trabalhos cinematográficos, vale lembrar -, o fato é que elas representaram um verdadeiro ponto de virada nas discussões das últimas semanas – para saber mais, leiam o texto do Caio aqui.

Essas vitórias – além do triunfo de “Birth of a Nation” em Sundance, um filme sobre a escravidão e de mais um prêmio para Jeffrey Tambor por seu inspirador papel em Transparent no SAG, categoria de Melhor Ator em Série de Comédia – mostram que a questão da diversidade e da falta de representatividade – ou seja, da falta gritante de atores de gêneros, etnias e orientações sexuais diversas, e diferentes de homens brancos heterossexuais, no cinema e na televisão – nos meios do entretenimento não precisa ser debatida: precisa ser resolvida. Ainda que a conversa precise seguir um longo caminho para derrubar as ideias retrógradas que, infelizmente, comandam o jogo cinematográfico, já passou o tempo do debate; agora é o momento de fazer o que precisa ser feito.

Evidentemente, isso vai muito além de um aparente preconceito da Academia. Não diria que a Academia é especificamente preconceituosa – a presidente é uma mulher negra, vale ressaltar. O buraco é mais embaixo: o jogo é preconceituoso. Mudar as regras da Academia, mudar os membros que votam e convidar pessoas que representem mais e mais gêneros e etnias e orientações sexuais é, certamente, um passo à frente, mas um passo pequeno. Na realidade, o que mudará serão as regras de votação e quem vota, mas a grande questão permanece: votação para premiação nenhuma resolve a falta de papeis e trabalhos para as minorias.

A solução reside em uma mudança radical de mentalidade. Seria impossível, por exemplo, premiar Idris Elba ou Viola Davis alguns anos atrás porque os dois sequer estavam à frente de grandes séries ou grandes filmes. Não se pode votar, nomear, indicar, celebrar ou premiar alguém por algum trabalho que essa pessoa não realizou, um trabalho que essa pessoa não teve a chance, a oportunidade de realizar. É como diria a própria Viola, no seu discurso de aceitação do Emmy pelo seu brilhante papel em How to Get Away With Murder: “Você não pode vencer um Emmy por um papel que simplesmente não existe […] o que separa as mulheres de cor (negras, latinas, asiáticas e por aí vai) do resto é a falta de oportunidades”.

Portanto, os prêmios do SAG de ontem à noite são um verdadeiro colírio para os olhos cansados. Há um longo, longo caminho para ser percorrido, mas as vitórias desses atores e atrizes faz com que o debate se mantenha vivo, que não seja varrido para baixo do tapete e que nos dê alguma esperança de ver resolvida a situação. Um dos atores do brilhante elenco de Straight Outta Compton disse, em entrevista à TNT, que “está otimista” em relação ao debate e toda esta questão. É preciso estar otimista mesmo: o momento é propício e a mudança pode ser atingida.

A lendária Carol Burnett – ao aceitar o prêmio de honra celebrando sua carreira ontem no SAG – disse que uma vez disseram a ela que o mundo do entretenimento era para homens. À época, ela balançou a cabeça, disse um sonoro não, provou a todos que o mundo estava errado e ontem ganhou o prêmio de honra da noite. Há muito a ser feito, mas os passos estão sendo dados graças à coragem de todos os atores e atrizes que representam as minorias. A todos eles, nossos agradecimentos e nossa solidariedade por continuar fazendo do mundo um lugar melhor através do cinema e da televisão. Muito obrigado e vamos em frente.

 

A lista completa dos ganhadores do SAG Awards você confere aqui!

#Oscarsowhite: Uma academia preconceituosa?

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Por Caio César

Bastou a lista dos indicados ao Oscar 2016 ser divulgada para que o mais atento pudesse perceber: mais uma vez, não havia um indicado negro sequer entre os melhores atores do ano. Obviamente estamos falando sobre um prêmio que festeja os melhores da indústria cinematográfica, e não sobre um lugar que abre concessões por ”gostar” de alguém ou porque fulano ou siclano são de tal raça. Ao mesmo tempo, é inegável o poder desta verdade para refletir a situação do negro em Hollywood.

Assim como faltam negros na faculdade, nos escritórios, nos postos altos da nossa sociedade, também falta espaço para o negro nos filmes americanos. Representatividade significa tudo. Isso porque, em suma, é como se o modo padrão de um personagem fosse o caucasiano. Os personagens que são interpretados por atores são típicos “personagens negros”. Tomemos por exemplo as ganhadoras do Oscar Hattie Mcdaniel (primeira pessoa negra a ganhar a estatueta, em 1933, por E o Vento Levou); Lupita Nyong’o (vencedora como atriz coadjuvante por 12 anos de Escravidão) e Octavia Spencer (vencedora como atriz coadjuvante por Histórias Cruzadas). Todas elas dividem algo em comum além do careca dourado em casa. Todos os três personagens que interpretam são escravas, donas de casa ou empregadas – nada que cruze a linha de sua cor.

Portanto, ainda que seja em um ano que uma das maiores interpretações de um ator (Idris Elba em Beasts Of no Nation) em filmes tenha sido esnobada pela academia, é importante olhar a questão com um olhar ainda mais amplo. Como colocar a culpa somente nos Oscars , quando toda a indústria está corrompida? Neste momento, chovem mea-culpas, editoriais – embora a perspectiva de uma mudança real escorra pelo ralo sempre aberto do esquecimento.

Uma das vozes mais ativas da causa negra entre os artistas, a atriz Viola Davis, protagonista da aclama série How To Get Away With Murder, em seu discurso de aceitação do prêmio Emmy que recebeu por seu papel na série disse que “a única coisa que separa mulheres brancas de mulheres de cor são as oportunidades” – e não poderia estar mais correta.

Ator indicado ao Oscar em apenas uma oportunidade (tendo perdido inexplicavelmente para Alan Arkin por Pequena Miss Sunshine), Eddie Murphy, já ná década de 80 declarou, em discurso na academia, que os prêmios jamais iriam parar na mão de negros. O que é uma mentira provada já algumas vezes, quando, por exemplo, Halle Berry e Denzel Washington formaram a dupla de atores à ganhar as categorias principais daquele ano. Ambos, negros.

Esse assunto, obviamente, permite variadas discussões e pensamentos. É de suma importância, entretanto, formar nossa posição fugindo da sombra do radicalismo  – ainda que sem perder o foco do grande salto que planejamos dar.

Os indicados ao Oscar 2016!

Renato Furtado

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Chegou a hora que todos esperávamos: acabam de ser anunciados os indicados ao Oscar 2016! Sem mais delongas, mais uma vez – como no Globo de Ouro, na matéria especial que você pode ver aqui -, é tempo de saber se nossas previsões deram certo e se sabemos alguma coisa ou não do futuro (porque de Cinema, sabemos tudo! (pelo menos gostamos de pensar assim)).

Vamos aos principais indicados:

Melhor Filme

A Grande Aposta
Brooklyn
Mad Max – Estrada da Fúria
Perdido em Marte
Ponte dos Espiões
O Quarto de Jack
O Regresso
Spotlight – Segredos Revelados

 

Melhor Diretor

Adam McKay (A Grande Aposta)
George Miller (Mad Max: Estrada da Fúria)
Alejandro González Iñárritu (O Regresso)
Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados)
Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack)

 

Melhor Ator

Eddie Redmayne (A Garota Dinamarquesa)
Matt Damon (Perdido em Marte)
Leonardo DiCaprio (O Regresso)
Michael Fassbender (Steve Jobs)
Bryan Cranston (Trumbo:Lista Negra)

 

Melhor Atriz

Charlotte Rampling (45 Anos)
Saoirse Ronan (Brooklyn)
Cate Blanchett (Carol)
Jennifer Lawrence (Joy: O Nome do Sucesso)
Brie Larson (O Quarto de Jack)

 

Melhor Ator Coadjuvante

Sylvester Stallone (Creed: Nascido para Lutar)
Christian Bale (A Grande Aposta)
Mark Rylance (Ponte dos Espiões)
Tom Hardy (O Regresso)
Mark Ruffalo (Spotlight – Segredos Revelados)

 

Melhor Atriz Coadjuvante

Rooney Mara (Carol)
Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa)
Kate Winslet (Steve Jobs)
Jennifer Jason Leigh (Os Oito Odiados)
Rachel McAdams (Spotlight – Segredos Revelados)

 

Melhor Roteiro Original

Amy Schumer (Descompensada)
Matt Charman, Ethan e Joel Coen (Ponte dos Espiões)
Taylor Sheridan (Sicario: Terra de Ninguém)
Josh Singer e Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados)
Jonathan Herman e Andrea Berloff (Straight Outta Compton – A História do N.W.A.)

 

Melhor Roteiro Adaptado

Nick Hornby (Brooklyn)
Phyllis Nagy (Carol)
Charles Randolph e Adam McKay (A Grande Aposta)
Drew Goddard (Perdido em Marte)
Emma Donoghue (O Quarto de Jack)

 

Melhor Fotografia

Ed Lachmann (Carol)

John Seale (Mad Max: Estrada da Fúria)

Robert Richardson (Os Oito Odiados)

Emmanuel Lubezki (O Regresso)

Roger Deakins (Sicário: Terra de Ninguém)

Melhor Edição

Sicario: Terra de Ninguém

Perdido em Marte

Mad Max: Estrada da Fúria

Star Wars: O Despertar da Força

O Regresso

Melhor Animação

Anomalisa

Divertida Mente

O Menino e o Mundo

As Memórias de Marnie

Shaun, o Carneiro

Melhor Filme Estrangeiro

Cinco Graças (França)

O Filho de Saul (Hungria)

Guerra (Dinamarca)

Theeb (Jordânia)

O Abraço da Serpente (Colômbia)

Melhor Documentário

Amy

What Happened, Miss Simone?

The Look of Silence

Cartel Land

Winter on Fire: Ukraine’s Fight for Freedom

Melhor Trilha Sonora

Thomas Newman (Ponte dos Espiões)

Cartel Burwell (Carol)

Jóhann Jóhannsson (Sicario)

John Williams (Star Wars: O Despertar da Força)

Ennio Morricone (Os Oito Odiados)

Melhor Direção de Arte

Ponte dos Espiões
A Garota Dinamarquesa
Mad Max: Estrada da Fúria
Perdido em Marte
O Regresso

Melhor Figurino

Carol
Cinderela
A Garota Dinamarquesa
Mad Max: Estrada da Fúria
O Regresso

Melhor Maquiagem e Penteado

Mad Max: Estrada da Fúria
O Centenário Que Fugiu Pela Janela e Desapareceu
O Regresso

Melhor Canção Original

“Writing’s On The Wall” (007 Contra Spectre)
“Earned It” (Cinquenta Tons de Cinza)
“Manta Ray” (Racing Extinction)
“Simple Song #3” (Youth)
“Til It Happens To You” (The Hunting Ground)

Melhor Edição de Som

Mad Max – Estrada da Fúria
Perdido em Marte
O Regresso
Sicario – Terra de Ninguém
Star Wars – O Despertar da Força

Melhor Mixagem de Som

Ponte dos Espiões
Mad Max – Estrada da Fúria
Perdido em Marte
O Regresso
Star Wars – O Despertar da Força

Melhores Efeitos Visuais

Ex_Machina: Instinto Artificial
Mad Max: Estrada da Fúria
Perdido em Marte
O Regresso
Star Wars – O Despertar da Força

Durante os próximos finais de semana, vamos começar uma nova matéria especial, dessa vez analisando os candidatos ao Oscar já indicados. Em uma análise inicial, é possível ver que muitos favoritos confirmaram seus status, outros filmes foram sumariamente esnobados (a ausência de Carol como Melhor Filme e de Beasts of No Nation como um todo é bastante sentida, por exemplo), temos algumas surpresas e, acima de tudo, uma supra-ultra alegria:

O Menino e o Mundo indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação! Apesar de termos perdido um de nossos concorrentes mais fortes durante os meses passados (Que Horas Ela Volta?), continuamos muito bem representados com o lindo filme de Alê Abreu. Vamos torcer muito!

Para finalizar, vamos ao resultado das previsões do C2M. Fizemos previsões para 10 categorias, totalizando um número de 53 previsões diretas para as vagas da premiação.

Resultado C2M: 39/53 = 74% de acerto! Agora sim! C2M rules!

Para a lista completa de indicados ao Oscar 2016, acesse: http://oscar.go.com/nominees/

 

Os ganhadores do Globo de Ouro 2016!

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Renato Furtado

Domingo passado foram anunciados os vencedores do Globo de Ouro 2016!

Agora, é hora de analisar os destaques e ganhadores – e verificar se as vitórias contam como impulso ou não para o Oscar – de uma noite que teve momentos memoráveis, belos discursos, grandes e gratas surpresas, vitórias absurdas, o ânimo contagiante do Ridley Scott e uma tonelada de piadas, muitas delas infelizes.

Acima de tudo, agora é a hora de ver se o C2M – seu site favorito perdendo apenas para o Instagram do Aloísio Chulapa – é bom de palpite ou não. Vem com a gente! (Insira sua divindade favorita aqui ex: Bill Murray) no controle!

CINEMA

Em relação aos filmes, de uma maneira mais geral, erramos feio. Previmos Mad Max e Joy ganhando em suas respectivas categorias: deu O Regresso como Melhor Filme de Drama e Perdido em Marte como Melhor Filme de Comédia/Musical. Além disso, roteiro, que estava uma parada dura, previmos Tarantino e quem levou foi Aaron Sorkin, por Steve Jobs.

Nos quesitos Melhor Diretor e Melhor Animação, nós acertamos: Alejandro G. Iñarritú e Divertida Mente.

Nos atores e atrizes principais, foi só sucesso. Leonardo DiCaprio e Brie Larson como atores principais de Drama e Matt Damon e Jennifer Lawrence como melhores atores principais de Comédia foram os ganhadores e as nossas apostas. Já no campo das atuações coadjuvantes, erramos tudo: a atriz coadjuvante ficou com Kate Winslet (previmos Jennifer Jason Leigh) e o ator com Sylvester Stallone (previmos Idris Elba), que protagonizou um dos grandes momentos da noite ao ser ovacionado de pé por causa de sua vitória, muito merecida, diga-se de passagem.

O Globo de Ouro é um prêmio louco, isso é verdade, mas em relação ao Cinema, acho que vimos coisas interessantes. Leonardo DiCaprio e Brie Larson consolidaram-se como favoritos em suas categorias no Oscar, Stallone e Winslet ganharam uma força, assim como Aaron Sorkin e Steve Jobs – que agora volta a brigar com mais impulso por uma das vagas na categoria de Melhor Filme. Em relação à animação, nenhuma surpresa: Divertida Mente deveria ser indicado a Melhor Filme e Melhor Roteiro Original, sem mais. A premiação de Iñarritú como Melhor Diretor faz bastante sentido e é possível que, caso Spotlight vença o prêmio principal no Oscar, a Melhor Direção fique com Iñarritú (já que com Tom McCarthy, o responsável por Spotlight, definitivamente não ficará. A vitória de Perdido em Marte praticamente garante uma vaga para o filme, ainda que o longa seja superestimado e O Regresso, grande ganhador da noite com três prêmios, ganhou também força o suficiente para brigar com Carol e Spotlight pela mais importante estatueta do mundo do Cinema (segundo a Academia, é claro).

Resultado C2M: 6/11 = 55% de acerto! Podia ser pior, podia ser melhor, estamos na média, passamos de ano (eu acho).

TELEVISÃO

Na televisão, acertamos a Melhor Série de Drama, que ficou, muito merecidamente, com a sensacional Mr Robot; por outro lado, falhamos na Comédia, quando previmos Veep, que perdeu para Mozart in the Jungle. Na outra categoria de melhor série televisiva, a louca melhor telefilme/melhor série limitada/minissérie, deu Wolf Hall – e ficamos muito tristes porque Fargo, melhor série do ano e nossa aposta, não venceu. =(

A melhor atriz em minissérie/filme para tv deveria ter sido Kirsten Dunst, nossa aposta, mas foi Lady Gaga. No lado masculino, previmos o companheiro de Dunst em cena, Patrick Wilson; o prêmio foi para o sempre genial Oscar Isaac, brilhante na ótima Show me a Hero.

Para tristeza do Caio (e da nação, provavelmente), nossa Viola não levou o prêmio para casa. O prêmio de melhor atriz de drama em séries ficou com Taraji P Henson (merecidamente), que saiu distribuindo cookies para todo mundo em uma referência ao nome de sua personagem, Cookie. Aliás, favoritismo é (quase) inexistente no Globo de Ouro: na categoria de melhor ator em série de comédia, Jeffrey Tambor, nossa aposta, perdeu para Gael García Bernal.

Ser favorito só deu certo mesmo para Jon Hamm, que venceu da nossa aposta e orgulho nacional, Wagner Moura, na categoria de melhor ator em série dramática. Na categoria de melhor atriz em série cômica, deu a desconhecida Rachel Bloom, que venceu Julia Louis-Dreyfus, nossa aposta e todas as outras três concorrentes em uma conquista surpreendente.

A melhor atriz coadjuvante desse ano não foi Uzo Aduba; foi Maura Tierney. A outra surpresa foi a vitória de Christian Slater (não porque ele não merecesse por seu papel em Mr. Robot, mas simplesmente surpreendente por ser o Christian Slater) na categoria de melhor ator coadjuvante, em cima do brilhante Ben Mendelsohn.

Nunca pensei que fosse viver para ver Christian Slater e Sylvester Stallone ganhando prêmios na mesma edição de uma competição. Infelizmente não deu para o Wagner esse ano, mas continuamos torcendo tanto para ele quanto para o sucesso de Narcos. Gael García Bernal foi uma boa surpresa, assim como Maura Tierney e Taraji P Henson, definitivamente merecedores de seus prêmios. Nas séries, Wolf Hall vencer Fargo é, para o C2M, inacreditável. Mr. Robot foi a melhor série de drama do ano – depois de Fargo; sim, amamos Fargo – e Mozart in the Jungle mostrou sua força, levando o prêmio para casa para coroar os esforços de uma série boa e manter o reinado da comédia nas mãos da Amazon Prime. Agora: o que é Lady Gaga ganhando um prêmio de atuação? Se as piadas de Ricky Gervais, em uma noite triste e pouco inspirada, não fossem tão ruins, quase ficariam engraçadas perante à piada que é ver Lady Gaga ganhar um troféu desse tipo. O único lado bom é que ela rendeu os melhores gifs da noite feat. DiCaprio. No fim das contas, fica a dúvida: quem é Rachel Bloom?

Resultado C2M: 1/11 = 9% de acerto! Alemanha 7×1! Pífio, ainda bem que somos Cinema2Manos e não Série2Manos.

Fiquem ligados, quinta saem os indicados para o Oscar!

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