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Papo reto sobre a Sétima Arte

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Real – O Plano Por Trás da História (Rodrigo Bittencourt, 2017)

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NOTA: 6,5 / Nathalia Barbosa

O título já deixa claro sobre o que trata o filme: o plano econômico brasileiro que vigora até hoje. Dirigido por Rodrigo Bittencourt, em um primeiro momento achamos que haveria uma abordagem ampla nas diversas atividades entre a década de 90 e os anos 2000 para solucionar a crise econômica brasileira, mas logo percebemos que o foco é o criador do Plano Real, Gustavo Franco.

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Clash (Mohamed Diab, 2017)

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NOTA: 9 / Renato Furtado

Receita para se fazer um dos melhores e mais críticos suspenses dos últimos tempos: 1) prenda um grupo de pessoas heterogêneo, composto por muçulmanos e cristãos em pé de guerra, dentro de um camburão; 2) faça o veículo rodar pelas tensas ruas da cidade de Cairo pós-deposição do presidente eleito Mohamed Morsi; 3) e observe o que acontece no interior desse cavalo de Troia, que tenta passar incólume pelo campo de batalha que a capital do Egito se tornou durante os protestos de 2013. Pronto, aí está: esse foi o passo-a-passo seguido por Mohamed Diab em seu mais recente trabalho, “Clash”.

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NETFLIX: Five Came Back (Laurent Bouzereau, 2017)

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NOTA: 9 / Renato Furtado

“O cinema é a arma mais poderosa”, declarou o ditador Benito Mussolini em 1938, à época da inauguração da Cinecittà, um imenso complexo de produção de filmes localizado nos arredores de Roma. Apesar de ter sido dita por um facínora da envergadura do fascista italiano, a sentença é plenamente verdadeira. Hitler e seu ministro de propaganda já haviam percebido isso quatro anos antes, quando Leni Riefensthal filmou a monumental reunião do partido nazista em “Triunfo da Vontade”. Com a guerra se aproximando, era apenas questão de tempo para que os Estados Unidos percebessem a validade das ideias dos fascistas.

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Mulheres do Século 20 (Mike Mills, 2017)

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NOTA: 8,5 / Renato Furtado

Sentados em uma grande sala, um grupo de amigos assiste ao célebre discurso de Jimmy Carter, “A Crise de Confiança”. Proferidas em 1979, época em que a sociedade ocidental encarou um ponto de virada, fazendo sua transição da modernidade para os nossos tempos atuais (pós-modernos ou líquido-modernos), as palavras não soam bem aos ouvidos da maioria dos presentes. A não ser para Dorothea (Annette Benning), uma mulher de 55 anos que, formidavelmente, sempre consegue encontrar uma nova maneira de encarar a vida e cuja beleza e glória são retratadas com maestria por Mike Mills em seu “Mulheres do Século 20”.

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Quando as Luzes se Apagam (David F. Sandberg, 2016)

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NOTA: 7,5 / Por Caio César

A internet dá voz e espaço para muitos produtos de qualidade questionável. Entretanto, de tempos em tempos, alguns deles realmente se destacam pela originalidade de seus conceitos e por uma boa execução. Um exemplo é o curta de terror Lights Out, que após percorrer e ganhar alguns prêmios em festivais de curtas metragens, viralizou na internet. Não demorou muito para que o filmete e seu diretor, David F. Sandberg, fossem descobertos por Hollywood. Bom saber que o padrinho foi ninguém menos que James Wan, o mestre do terror contemporâneo e diretor de Invocação do Mal e sua sequência. Desenvolvido pela Warner, finalmente Quando as Luzes se Apagam estreia com a missão de agradar os fãs do curta original e, potencialmente, iniciar uma nova série de terror. 

A história gira em torno da família de Sophie (Maria Bello, prejudicada pela falta de nuances da personagem), uma mulher atormentada que não esconde que tem uma amiga invisível com quem se relaciona – particularmente mais após a morte de seu segundo marido. Seus filhos começam a se preocupar com a situação, que fica fora do controle quando fomos começam a ver uma espécie de fantasma maligno chamado Diana, um espírito malvado que parece ter medo de luz.

Digo parece porque o filme jamais coloca as cartas na mesa sobre como funciona a estrutura de ameaça do monstro. Tudo fica subentendido até demais em um roteiro que parece temer ser didático demais – e embora seja bem sucedido nestas horas, peca nas explicações finais, que além inverossímeis, não despertam maiores medos.

Com um conceito original, uma ambientação e um trabalho competente do elenco principal, capitaneado por Teresa Palmer, o filme brilha ao investir em soluções práticas para causar os sustos. Também é um ponto positivo a sua duração – embora os enxutos 80 minutos nunca pareçam passar rápidos demais, algumas questões são desenvolvidas de maneira muito rápida, demonstrando um certo afobamento do roteiro.

Ainda que não seja uma pequena obra prima do gênero como Invocação do Mal, o filme é competente e eficiente. Seus deméritos podem ser desconsiderados quando se avalia que o filme é acima da média – ainda mais em um gênero onde ser acima da média já é uma das maiores virtudes.

Era do Gelo: O Big Bang (Mike Thurmeier, 2016)


NOTA: 4 / Por Caio César 

Já era passada uma hora de projeção e eu lembro de me perguntar novamente: “você tem certeza de que este não é o quinto filme?”. Ouvi mais algumas pessoas presentes na sessão de especial para jornalistas fazendo a mesma pergunta. Sem sinal de internet, muitos acreditavam estar assistindo ao quarto do filme da saga dos animais. Era mesmo o quinto – mas este questionamento em si tem muito a dizer sobre o novo longa.

Big Bang começa com uma viagem do esquilo Scrat ao espaço, procurando sua noz. Ele bagunça tudo e acaba colocando um asteroide em rota de colisão para a Terra. Deste lado daqui, Manny, Sid e Diego estão vivendo em busca de relacionamentos com suas famílias (embora Sid ainda esteja na pista). Tudo é ameaçado quando o grupo entende o tamanho da encrenca em que está metido.

Investindo mais uma vez em uma história que coloca todo o bando em perigo e os força a migrar de um lado para o outro,  o filme soa batido e repetitivo. De nada adianta, também, povoar o roteiro com uma quantidade descomunal de personagens que ficam perdidos na própria linha temporal da saga, embora alguns sejam interessantes, como a doninha Buck.

E se o roteiro continua insistindo na comédia, são poucas as piadas que realmente funcionam. Da mesma forma, as constantes intervenções na história principal para apresentar mini esquetes do esquilo Scrat no espaço, um recurso com grande potencial, mas que se esvazia pela repetição e começa a perturbar o espectador.

De excelente mesmo, só a qualidade da animação – com um vigor e apuro estético que segue o desenvolvimento das tecnologias de produção, principalmente levando em consideração que o primeiro filme foi lançado em 2002. A versão dublada traz um afiado elenco elenco de vozes, cujo ponto fraco é a escalação do youtuber Whindersson Nunes pra dublar um personagem que necessitava de algum artista com maior apuro dramático – sem contar que seu sotaque nordestino é contrastante com o de sua família é inexplicável dentro da lógica do filme.

Com mais erros que acertos e mais fatores contra sua produção que a favor de sua realização, este novo capítulo da série deve arrecadar milhões de dólares ao redor do mundo – mas até como puro entretenimento, é falho. 

#DESCUBRA:Tetralogia (?) Mega Shark

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Renato Furtado

Por algum motivo não exatamente especificado (talvez seja por causa do filme do Spielberg), um dos animais favoritos do cinema de terrir (“terror” + “rir”) de baixíssimo orçamento feito aos montes para canais de televisão como os magníficos SyFy e Space (especialistas em transmitir filmes e séries de procedência duvidosa) é o tubarão. É tubarão isso, tubarão aquilo, tubarão aquilo outro que você acaba se perdendo. Daria para fazer um livro inteiro só sobre filmes de tubarão.

Dos mais badalados (a fantástica trilogia-prestes-a-virar-tetralogia (?) Sharknado, que narra um tornado de tubarões) aos mais desconhecidos (o tubarão fantasma que nada dentro da neve durante uma temporada de SPRING BREAK NO GELO de Avalanche Shark), com certeza um dos tubarões mais interessantes do cinema é o Mega Shark. Nascido nas profundezas do oceano, o Mega Shark é um tubarão que, como o próprio nome já diz, é um mega tubarão. E, como vocês puderam ver pelo título (SPOILER ALERT), o Mega Shark, durante uma tetralogia (não é possível que essa palavra esteja certa), ainda não foi derrotado.

mega-shark-vs-giant-octopus-packO primeiro filme, “Mega Shark vs. Giant Octopus”, foi lançado em 2009 e é tipo o Mega Shark Origens: neste filme, vemos o início da lenda (?) quando o Mega Shark é liberado de uma geleira anciã (gente, que trama é essa?) junto de um polvo gigante, o Giant Octopus do título. Dos dois, só um pode sobreviver: o problema é que a grande batalha entre os dois monstros marinhos vai causar grandes problemas para os seres humanos, que vão ter que se defender da melhor maneira possível em sua tentativa de sobreviver.

 

Desgraça pouca é bobagem. Vaso ruim não quebra.mega-shark-vs-crocosaurus Adicione qualquer outro ditado popular que tenha o mesmo significado das duas frases anteriores porque agora vamos falar de Mega Shark vs Crocossaurus, a sequência de Mega Shark vs Giant Octopus. A trama é a mesma: um animal enorme se liberta e entra em uma briga colossal com o nosso já célebre Mega Shark, o tubarão favorito de todo mundo. Se tubarão contra polvo gigante, imagina tubarão contra um bicho metade crocodilo metade dinossauro. É loucura, mas a série ainda não foi chegou ao ápice de sua insanidade. Para a sorte de todos nós, Mega Shark vive e vai para a terceira briga.

9200000030691088É preciso dar um prêmio para a humanidade quando ela decide se unir para tentar parar uma ameaça comum e quando toda a beleza desse ato de solidariedade dá vazão à criação do MECHA SHARK, um tubarão robô gigante. Se você não pode derrotar o inimigo, dê um jeito de descobrir as táticas dele para usar contra ele: ou seja, no caso, descubra como ser um tubarão e ataque um tubarão sendo um tubarão. Confuso? Comparado ao fato de que ainda há MAIS UM filme na série, isso é bem tranquilo: confuso estou eu como eles ainda não desistiram de salvar a Terra. Deixa o Mega Shark comer tudo logo…

th8379DV40A não ser que você tenha, por acaso, um robô russo gigante adormecido desde a Guerra Fria de bobeira por aí. Se for esse o caso, não desista de salvar o planeta: basta reanimar o Kolossus e esperar que seus poderes apocalípticos sejam o bastante para derrotar o mega tubarão de uma vez por todas.

É isso, escrever esse texto até derreteu um pedaço do meu cérebro. Para vocês sentirem o naipe da produção, alguns críticos disseram que esta série de filmes (especialmente o primeiro) é tão, mas tão ruim que chega a ser difícil terminar de ver o filme, que chega a ser difícil escrever sobre o filme. Ainda, os críticos disseram que os Mega Sharks fazem Plan 9 from Outer Space (um dos piores filmes de todos os tempos), filme de Ed Wood, considerado o pior diretor da história, parecer uma obra-prima.

Por essa semana é só. Enquanto eu tento me recuperar do absurdo que foi escrever essa matéria, vou apenas dizer que semana que vem tem mais. Se por um acaso você quiser conferir os trailers dos filmes (recomendo especialmente o trailer do quarto filme por causa de uma cena no RIO DE JANEIRO), deixo aí com vocês:

Mega Shark vs Giant Octopus

Mega Shark vs Crocossaurus

Mega Shark vs Mecha Shark

Mega Shark vs Kolossus

DICA GOLD: 5 filmes recentes que você provavelmente não viu

Ok, ok, vocês vão me dizer que hoje é segunda e não sábado e que eu falei que a coluna ia ser aos sábados. Mas, se liguem no seguinte: em algum lugar do mundo, com certeza, ainda é sábado (creio eu). Mesmo que sábado já seja coisa da semana passada, vamos ficar com uma lição da Bela Gil: vocês podem substituir essa desculpa pela desculpa do horário de verão ou pela desculpa do fui comer um hamburguer e não consegui voltar a tempo de fazer o ENEM e essa lista, por exemplo. Contudo, entretanto, porém, todavia, vamos ao que interessa: os cinco filmes dessa semana são cinco filmes recentes que vocês provavelmente não viram (e se já viram, é só rever porque é só filme bom!) e é claro que todos estão lá na empresa que todos nós amamos. Então vamos que vamos

Rush – No Limite da Emoção

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Vi esse filme casualmente, no meio de um ano qualquer, no meio de uma tarde qualquer, sem esperar muito. Confesso que fui mais para passar o tempo no cinema, pretendia ver um outro filme mais à noite, no mesmo dia. Conclusão: minha memória não guardou o filme que eu queria ver, mas sim esse belíssimo filme dirigido pelo ótimo Ron Howard (Frost/Nixon e Uma Mente Brilhante) que conta a história da célebre rixa, da ferrenha competição entre dois dos maiores pilotos da história da fórmula 1: James Hunt (Chris Thor Hemsworth) e Nikki Lauda (Daniel Brühl em uma atuação sensacional). O resultado é praticamente um filme de aventura de tirar o fôlego (a trilha sonora assinada pelo genial Hans Zimmer e a fotografia de Anthony Dod Mantle, fotógrafo famoso pelo trabalho em Quem Quer Ser um Milionário? e 127 Horas, contribuem para os grandes níveis de tensão e adrenalina colocados no filme), com Howard nos colocando no nível da pista, dentro dos velozes veículos da fórmula 1, praticamente correndo junto com os carros dos dois personagens em uma narrativa incrível e clássica. Um filme realmente e surpreendentemente bom, bem dirigido, produzido e interpretado e que, infelizmente, não recebeu a atenção devida na época do seu lançamento, pelo menos aqui no Brasil.

Confusões em Família

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Uma família desfuncional encontra várias confusões quando um (ou mais de) seu(s) membro(s) embarca em uma jornada pessoal de auto-descobrimento (se é auto é pessoal não é? isso foi um pleonasmo?) e rimos bastante com seus problemas e coisa e tal. Ok, essa sinopse pode ser colocada em, basicamente, um zilhão de filmes da década passada, época em que as chamadas dramédias (eu já falei que odeio esse termo?) ou as comédias dramáticas independentes começaram a se popularizar (o maravilhoso Pequena Miss Sunshine é, provavelmente, o melhor e mais famoso exemplo), atraindo a atenção de grandes estúdios, atores e até mesmo da Academia. Confusões em Família é um filme que compartilha dessa sinopse, mas que possui uma trama divertida, surpreendente e cheia de personagens enrolados o suficiente para ser um filme que vale a pena ver. Produzido e estrelado por Andy Garcia, o filme conta a história do personagem de Garcia, um agente prisional americano, que descobre ter um filho perdido que é um ex-presidiário e enquanto tenta se aproximar de sua cria recém-descoberta, precisa lidar com os seus problemas e os problemas de sua família. Uma boa comédia, recheado de um humor inteligente (uma pitada de humor negro não faz mal a ninguém) e estranhamente divertido.

Um Método Perigoso

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Os filmes de David Cronenberg, todos eles, entram em algum ponto ou nível da escala da loucura. Não sou grande fã dos trabalhos dele, mas gosto particularmente de sua fase com Viggo Mortensen, que rendeu três bons filmes: Marcas da Violência, Senhores do Crime e este Um Método Perigoso. Enquanto os dois primeiros filmes tratam muito mais da violência física propriamente dita, Um Método Perigoso embarca na violência psicológica (que muitas vezes até dá vazão à violência física, evidentemente) e centraliza sua narrativa na relação entre os dois maiores personagens da história da psicanálise: Sigmund Freud (brilhantemente interpretado por Viggo Mortensen) e Carl Jung (ótima e firme atuação de Michael Fassbender, que ajudou a firmar o ator como a estrela que ele está vindo a ser tornar atualmente). Em uma trama cheia de tensão e suspense, os dois psicanalistas precisarão tratar do caso peculiar de Sabina Spielrein (papel de Keira Knightley, em uma incrível e bem trabalhada performance), resultando em um drama bem forte e bastante inteligente.

50/50

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Eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, chegaria a hora de falar sobre um dos meus filmes favoritos e assim que comecei a escrever esse post percebi que seria muito mais difícil do que eu imaginava. Provavelmente o filme mais conhecido dessa lista, 50/50 é uma comédia dramática sobre um cara de apenas 27 anos (Joseph Gordon-Levitt) que descobre ter câncer e, consequentemente, 50% de chance de viver. Esse é um dos filmes que dão motivo para os meus amigos dizerem que eu não tenho coração; em toda minha vida, só me lembro de ter chorado – chorado mesmo, choro heavy metal, não de só encher o olho de lágrima – em apenas 3 filmes: em Toy Story 3, em Divertida Mente e em 50/50. Para quem não viu esse filme, apenas digo para largarem tudo e correrem para ver imediatamente. E para aqueles que já viram, a recomendação é a mesma. Um filme realmente divertido, emocionante, que tem Anna Kendrick, também conhecida como o amor da minha vida e que está na minha lista de filmes favoritos, bem lá no topo (qualquer dia coloco por aqui a resenha sentimental que eu fiz desse filme na época que eu vi).

A Vida dos Outros

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Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2007, A Vida dos Outros é o filme mais velho e o mais desconhecido dessa lista (muito provavelmente por ser um filme alemão mesmo). Durante os últimos anos da Guerra Fria, um agente da polícia secreta recebe a missão de espionar e vigiar um escritor e sua esposa através de escutas. O problema é que quanto mais tempo passa ouvindo os dois, mais imerso na vida de seus alvos, o agente fica. Um filme aparentemente suave, mas que possui uma tensão, um estado de nervos, um alarme constante por baixo da sua aparente tranquilidade, um drama um pouco mais lento e não tão simples, mas um grande filme que vale a pena ser visto. Destaque para a ótima fotografia e para a direção competente de Florian Henkel von Donnersmarck (também diretor de O Turista, com Johnny Depp e Angelina Jolie).

Por hoje é só e até a próxima.

Renato Furtado

PS: Não, eu não chorei vendo Marley & Eu e nem Up. Beijos e abraços.

Cinco filmes aleatórios para comemorar o Dia das Crianças!

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Por Caio César

Então chega mais um dia doze de outubro, data separada paras as comemorações do Dia das Crianças. A infância é uma fase maravilhosa, cheia de descobertas, perguntas e, principalmente, da formação do caráter e dos gostos do futuro adulto. Assim como eu, você que é apaixonado por cinema sabe que essa sua devoção foi cultiva por um contato sempre muito latente com a arte – nem que a qualidade não seja das melhores. Geralmente, os cinéfilos eram ávidos consumidores de filmes quando crianças.

Para comemorar o Dia das Crianças no Cinema2Manos, nós decidimos elaborar uma lista de filmes que nos trazem memórias da nossa infância. Que fique bem claro que não é uma lista de melhores, é UMA LISTA DE MEMORY MAKERS. Confira:

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1) Zoando na TV (1999)

Além de ser repetido exaustivamente na Globo, esse filme é muito legalzinho. Ele faz parte hoje de um acervo que não é mais exibido na Globo, talvez por ser mais velho. O filme narra a história de um casal que é engolido por uma televisão e que precisa encarar altas aventuras para voltar ao mundo real.

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2) Mulan (1998)

Quem diria que uma princesa da Disney poderia ser tão boladona? Mulan ganhou notoriedade por ser uma menina forte que se ofereceu para ir pro exército no lugar de seu pai. A partir daí grandes desafios vão se levantar – dando trabalho para o mascote Mushu.

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3) Turma da Mônica – Uma aventura no tempo (2007)

Qualquer coisa relacionada a essa imagem poderia figurar aqui nesta lista. Why? Porque a Turma da Mônica  é responsável pelas minhas maiores lembranças. Neste filme, após um invento mal sucedido de Franjinha, a turma vai embarcar em uma jornada através de uma máquina do Tempo especial, capaz de levá-los para onde quiserem para fazer confusão.

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4) Pequenos Espiões (2001)

Esse filme é todo especial pra mim. Foi por causa dele que eu comecei a procurar informações adicionais sobre os filmes que eu assistia, depois no site. O filme, que teve mais três sequências (o 2 é bem legal), conta a história e as missões de Carmem e Juni, que não são filhos de agentes secretos, e que estão em treinamento para as novas missões juvenis.kuzco

5) A Nova onda do Imperador

Atenção, manos! Não há desculpas para não ter assistido essa obra-prima, que está disponível no Netflix. A Nova Onda do Imperador continua na minha lista dos meus filmes favoritos de todos os tempos, porque tudo funciona nessa animação hilária, emocionante, e muuuuito desprezada nas bilheteria e em casa. O filme narra a história do Imperador Kuzco que, mimado e sem educação, é transformado em uma Lhama por uma mulher malvada que almeja o trono. Diversão de bom gosto, é um filmaço!

E aí? Quais os filmes da sua infância que mexem mais com você? Deixe seu comentário aqui embaixo 🙂

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