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Papo reto sobre a Sétima Arte

A Criada (Park Chan-Wook, 2017)

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NOTA: 9 / Lorena Carvalho

Fazer uma crítica sobre “A Criada” sem falar demais é um grande desafio. Isso porque o filme coreano sobre uma tentativa de golpe tem como maior trunfo o fato de ser recheado de reviravoltas que enganam o próprio espectador. Numa mistura de drama, romance e mistério, o longa consegue criar um suspense de uma maneira brilhante e o resultado é a satisfação quase que completa do público.

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Comeback (Érico Rassi, 2017)

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NOTA: 5,5 / Renato Furtado*

Sentado sozinho no banco do longo corredor de um asilo, Amador, um homem aparentemente pacífico, encara a foto de um velho que provavelmente já morreu. Enquanto espera o momento para visitar um antigo amigo, ele encara a própria velhice. Comeback, longa-metragem de Érico Rassi, que competiu na Première Brasil do Festival do Rio 2016, faz questão de mostrar que o tempo passa até mesmo para os pistoleiros.

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Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (Joachim Rønning e Espen Sandberg, 2017)

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NOTA: 6,5 / Lorena Carvalho

Não é novidade que Piratas do Caribe conquistou fãs desde o lançamento de “A Maldição do Pérola Negra” (2003), mas, desde então, sua franquia que só tem caído de qualidade. Talvez porque o foco dos longas foi deixando de ser o casal formado por Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley) e passou a ser somente o Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp).

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Real – O Plano Por Trás da História (Rodrigo Bittencourt, 2017)

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NOTA: 6,5 / Nathalia Barbosa

O título já deixa claro sobre o que trata o filme: o plano econômico brasileiro que vigora até hoje. Dirigido por Rodrigo Bittencourt, em um primeiro momento achamos que haveria uma abordagem ampla nas diversas atividades entre a década de 90 e os anos 2000 para solucionar a crise econômica brasileira, mas logo percebemos que o foco é o criador do Plano Real, Gustavo Franco.

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Corra! (Jordan Peele, 2017)

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NOTA: 9 / Lorena Carvalho

Comédia de terror. É assim que algumas pessoas tentaram definir “Corra!”, mas a verdade é que apesar de ter pitadas de humor, o filme é um grande suspense que deixa o espectador apreensivo do início ao fim. Jogando com o medo e o racismo, o longa apresenta um roteiro inteligente que surpreende e conquista quem o assiste.

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Clash (Mohamed Diab, 2017)

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NOTA: 9 / Renato Furtado

Receita para se fazer um dos melhores e mais críticos suspenses dos últimos tempos: 1) prenda um grupo de pessoas heterogêneo, composto por muçulmanos e cristãos em pé de guerra, dentro de um camburão; 2) faça o veículo rodar pelas tensas ruas da cidade de Cairo pós-deposição do presidente eleito Mohamed Morsi; 3) e observe o que acontece no interior desse cavalo de Troia, que tenta passar incólume pelo campo de batalha que a capital do Egito se tornou durante os protestos de 2013. Pronto, aí está: esse foi o passo-a-passo seguido por Mohamed Diab em seu mais recente trabalho, “Clash”.

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O Cidadão Ilustre (Mariano Cohn e Gastón Duprat, 2017)

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NOTA: 8,5 / Nathalia Barbosa

O Cidadão Ilustre, filme argentino de Gastón Duprat e Mariano Cohn, é um dinâmico questionamento sobre as confusões e semelhanças entre artista, obra e reconhecimento.

A sequência inicial revela um autor argentino, Daniel Mantovani (Oscar Martinez), em momento de tensão. Logo descobrimos que ele é o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura. O que se segue após o seu discurso contestador de recusa a títulos e ao gosto vigente de uma classe segregadora, é uma reviravolta em sua cidade natal.

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Melhores Amigos (Ira Sachs, 2017)

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NOTA: 7,5 / Renato Furtado*

“A vida é assim”, dizem, ora com pesar, ora com conformidade, os personagens de “Melhores Amigos”. Esta linha de diálogo é dita diversas vezes durante o filme, mas a repetição não é um problema. Pelo contrário, é justamente uma forma de cimentar o atestado do que sentimos ao experienciar o cinema de Ira Sachs.

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Vermelho Russo (Charly Braun, 2017)

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NOTA: 7,5 / Renato Furtado

As relações entre o cinema e o teatro são tão antigas quanto são instáveis. Um nasceu do outro e o mais novo, eventualmente, veio a modificar o primeiro. Assim como o advento da fotografia transformou o campo das artes visuais e da pintura, o cinema, de certa forma, abriu novas possibilidades para o teatro. Esse é o tema de Vermelho Russo, novo filme do diretor Charly Braun, que inaugura um novo “subgênero”: a dramédia romântica documental.

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